Experiências imersivas

Atmos XR.

Realidade aumentada, realidade virtual, tours e ativações para criar experiências que o público vive.

  • RA
  • RV
  • Tour interativo
  • Hologramas
  • Ativações

Quando faz sentido

O visitante passa pelo lugar e vai embora sem conhecer a história

O espaço tem uma história que vale a visita, mas as placas dizem pouco. A pessoa tira a foto e sai sabendo quase o mesmo que sabia na entrada.

O produto é grande ou complexo demais para levar até o cliente

Uma linha de máquinas ou um equipamento que só existe montado. O cliente quer entender como aquilo funciona antes de decidir, e nem sempre dá para marcar uma visita.

No evento, o estande é mais um no corredor

A empresa investe em espaço e montagem, e o público passa olhando o celular. Quem para recebe um folder e esquece de onde ele veio antes de chegar ao estacionamento.

O público precisa conhecer um lugar que ainda não existe ou fica longe

Um empreendimento na planta ou um destino a horas de viagem. Planta baixa e imagem renderizada explicam; percorrer o ambiente ajuda a pessoa a entender o tamanho e a proporção dos espaços.

O que muda

A principal mudança está em quem faz o trabalho de entender. Numa experiência bem desenhada, o público explora no próprio ritmo e chega sozinho à informação, em vez de só ouvir uma explicação.

Na indústria, o cliente vê por dentro um equipamento que não caberia numa sala de reunião; num espaço cultural, a visita ganha contexto no ponto exato em que a pessoa está.

Uma experiência imersiva sem motivo claro vira brinquedo de estande: muita gente testa e pouca gente lembra da mensagem. Se um vídeo ou uma página resolvem, o diagnóstico aponta isso antes de alguém falar em óculos.

O que entregamos

  • RA: conteúdo digital sobreposto ao ambiente real e aberto no celular, a partir de um QR code ou de um totem no local.
  • RV: ambiente completo para percorrer com óculos, indicado quando o lugar ainda não existe, fica longe ou não pode receber visita.
  • Tour interativo: percurso navegável por um espaço real, com pontos de informação, para conhecer antes de ir ou sem precisar ir.
  • Hologramas: projeção que dá a um produto ou a uma mensagem aparência de volume, no meio do estande ou da recepção.
  • Ativações: experiência montada para feira, evento ou ponto de venda, desenhada para fazer o público parar e participar.
  • Simulações: reprodução de uma operação ou do uso de um produto, para demonstrar o que seria caro ou arriscado mostrar ao vivo.
  • Conteúdo da experiência: roteiro, pesquisa, curadoria e motion. A tecnologia só funciona se o que aparece nela faz sentido para quem está usando, e essa parte pesa tanto quanto a técnica.

Como começa

Começa pelo diagnóstico gratuito. Antes de escolher entre RA, RV ou tour, entendemos o que o público precisa experimentar e onde ele vai estar nesse momento. Pode ser que a resposta junte XR e Films, ou que uma frente só dê conta.

Perguntas frequentes

Queremos realidade virtual na próxima feira. Dá para começar por aí?

Dá para começar pela conversa, e o diagnóstico gratuito existe para isso. RV é um formato; antes dele vem a pergunta sobre o que o visitante precisa sair sabendo. Às vezes a resposta é RV. Em outros casos, uma experiência no celular do próprio visitante resolve com menos fila.

O público vai precisar baixar um aplicativo?

Depende do projeto. Algumas experiências de RA abrem direto no navegador e outras pedem aplicativo. A escolha leva em conta quem vai usar e onde.

Quanto custa uma experiência em RA ou RV?

Depende do diagnóstico. Volume de conteúdo, modelagem, equipamento e local de uso mudam bastante o tamanho do projeto, e o orçamento vem com o escopo claro.

Comece pelo diagnóstico.

É gratuito. A partir das suas respostas, definimos com você prioridades e um plano de ação.